dengueO risco de o Brasil enfrentar um surto de febre amarela nas proporções da que foi registrado em 2017 não está descartado, segundo especialistas consultados pelo Estadão. Embora os níveis de cobertura vacinal tenham melhorado em relação ao ano passado, eles ainda são menores do que o que seria considerado ideal. A apreensão aumenta quando se leva em consideração o fato de, neste ano, a circulação do vírus estar em áreas próximas de regiões muito populosas e, sobretudo, onde não havia recomendação de vacinação – portanto, com grande número de pessoas suscetíveis. O risco de o Brasil enfrentar um surto de febre amarela nas proporções da que foi registrado em 2017 não está descartado, segundo especialistas consultados pelo Estado. Embora os níveis de cobertura vacinal tenham melhorado em relação ao ano passado, eles ainda são menores do que o que seria considerado ideal. A apreensão aumenta quando se leva em consideração o fato de, neste ano, a circulação do vírus estar em áreas próximas de regiões muito populosas e, sobretudo, onde não havia recomendação de vacinação – portanto, com grande número de pessoas suscetíveis. Mais informações no Estadão

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